Interação entre robôs e seres humanos é destaque na Expomafe

Batizado de RoboCoaster, o cobot que a KUKA trouxe para a EXPOMAFE 2019 (Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial) que começou nesta semana e vai até dia 11, no São Paulo Expo, para demonstrar as vantagens na aquisição de robôs para trabalharem com humanos é gigantesco e impressionante. Pesa 7 toneladas, demorou dois dias para ser montado e funciona das 10h às 19h sem descanso ou intervalo para refeição.

De acordo com Luciano Domingues, técnico de Serviço da KUKA, fabricante do braço gigante, 200 pessoas são atendidas por dia na instrutiva diversão. Em pares, por 1m30 os valentes candidatos a interagir com a máquina experimentam cinco níveis de movimentos a uma velocidade constante, porém com sobe e desce e até um girar de cabeça para baixo de impressionar a plateia.

Braços robóticos colaborativos estão a quase cada rua da EXPOMAFE 2019, comprovando sua utilidade, competitividade e aplicação das mais variadas. Eles são mais leves, ocupam pouco espaço e fáceis de serem montados em diversas aplicações.

A feira conta ainda com outros exemplos como o YuMi, primeiro e mais famoso robô colaborativo de dois braços faz a resolução de cubos mágicos (ABB) e também dois robôs que servem chope aos visitantes da feira de modo sincronizado: enquanto um abre a válvula para extrair a bebida, o outro posiciona o copo e oferece ao visitante (Yaskawa).

Em outra demonstração, se o visitante responder corretamente às perguntas, um robô dança e entrega o chocolate para o acertador (Yaskawa) e um outro robô entrega lápis de brinde aos visitantes (Pilz).

Por fim, ainda está em exposição um robô que faz um processo de carga e descarga em um torno com monitoramento de segurança via scanner. Ele reduz a velocidade e até para nas “cortinas de luz” para oferecer proteção adicional de segurança ao operador (KUKA).

Outro robô vem equipado com um sistema de pele tecnológica sensível ao toque que reduz o tempo de reação quando entra em contato com um ser humano, mantendo os operadores seguros. Ele também reduz a velocidade quando o operador entra no ambiente e para quando se aproxima (Stäubli).

(Fonte: Assessoria de Imprensa)