Link-Belt reforça serviços de manutenção preditiva

Com uma filial no Brasil desde 2011 e mais de 380 equipamentos em operação no país, a Link-Belt tem o olhar atento aos equipamentos em campo. A cultura da empresa não é restrita às vendas e sim no crescimento sustentável em parceria com os clientes. Na prática, isso se expressa com técnicos treinados pela fábrica, vendedores de peças e consultores de negócios especializados para compreender a aplicação das peças, de acordo com o contexto da operação do cliente.

“Nosso posicionamento é o de uma consultoria especializada em escavadeiras. A venda é o início dessa consultoria ao cliente”, analisa o Gerente de Suporte ao Cliente, Jorge Castro. Por outro lado, a visão do cliente é de que equipamento bom é sinônimo de equipamento em plena operação. Ciente dessa visão, Castro destaca o volume de peças Link-Belt em estoque na filial brasileira. Com um excelente índice de disponibilidade padrão de 93%, a empresa está posicionada acima da média brasileira, que fica em torno de 70% a 80% de disponibilidade. “Nosso estoque de peças disponibiliza componentes completos como motores a diesel, comandos de válvulas, motor de giro, motor de translação, entre outros”, detalha Castro. Para 2017, ele explica que a Link-Belt está fazendo um trabalho intenso com foco em material rodante, como sapatas, roletes inferior e superior, esteiras, roda motriz, e peças dos motores Isuzu, que estão mais sujeitas aos desgastes e podem causar paradas não programadas.

A intensificação do suporte pós-vendas também leva em consideração o atual cenário da economia brasileira. “Percebemos que os clientes estão adiando os investimentos em novas escavadeiras, dedicando mais cuidados à frota atual. Como efeito desse adiamento, identificamos um aumento de 30% nos negócios do nosso pós-vendas”, analisa Castro. Ele acrescenta que o cliente está ainda mais ciente dos cuidados necessários para manter a produtividade da frota. Entre esses cuidados, os clientes estão buscando mais os recursos proporcionados pela manutenção preditiva, que é baseada em indicadores obtidos junto aos equipamentos em campo. A partir desses indicadores, é possível avaliar as reais condições de operação da escavadeira e ainda antecipar eventuais problemas.

“A melhor analogia para descrever a manutenção preditiva é o tradicional exame de sangue, que nós realizamos para avaliar o nosso estado de saúde, mesmo quando estamos nos sentindo bem”, compara Castro. Segundo ele, no caso das escavadeiras, a manutenção preditiva é feita por intermédio da análise do óleo coletado a cada 250 horas de operação e em cinco componentes, sendo: motor, motores de translação direito e esquerdo, motor de giro e óleo hidráulico. As amostras são avaliadas em um laboratório parceiro da Link-Belt.

A análise das amostras gera um laudo, contendo indicadores relacionados à presença de ferro, contaminação por água, sílica, etc., possibilitando a curva de tendências. O cliente recebe informações para programar uma intervenção preventiva, que é mais viável do que uma ação corretiva. No caso do ferro, por exemplo, Castro explica que um aumento abrupto no teor de ferro pode estar relacionado ao desgaste de algum componente como o rolamento. Outro ganho proporcionado pela manutenção preditiva é a redução de danos de peças consequentes, ou seja, aquelas danificadas em decorrência de outras. Os ganhos com a manutenção preditiva tem sido tão significativos, que há clientes reduzindo o intervalo das análises de 250 para 125 horas para obter melhores resultados na gestão da manutenção da frota. Com todos esses esforços, o equipamento cumpre com a produtividade esperada, o que é excelente para o operador.

“Quando o equipamento não rende o que é esperado, o operador acaba rejeitando determinada escavadeira porque, muitas vezes, cabe a ele suprir essas limitações no esforço para não prejudicar a operação, o que acaba aumentando o custo de produção”, conclui Castro.

(Texto: Assessoria de Imprensa)