Confira dicas da Link-Belt para medir eficiência da escavadeira em campo

Atender o mercado brasileiro não é para os fracos. Por aqui, é comum os equipamentos pesados, como as escavadeiras, serem usados ao extremo, trabalhando mais de 20 horas por dia em temperaturas elevadas. Diante deste cenário, o consumo de combustível é um dos fatores mais importantes a ser medido e rigorosamente controlado pelo operador. Afinal, esse é o ponto de partida para entender a produtividade e o custo operacional de uma escavadeira.

Segundo o gerente de Suporte ao Cliente e de Produto da Link-Belt, Guilherme Borghi, o consumo de combustível, em geral, é medido pela relação de litros de diesel demandados por hora trabalhada da máquina. Mas será que só isso é suficiente para saber o custo real do equipamento? A resposta é não. “Especialmente no caso de escavadeiras, também é preciso levar em conta o quanto o equipamento produziu com aqueles litros de combustível durante determinado período”, explica.

Logo, a produção é o fator principal de eficiência ou não do consumo de energia da máquina. Por exemplo: imagine que você tenha uma escavadeira que faz 18 l/h de trabalho, mas, nessa uma hora, ela consegue produzir cerca de 250 m³ de material no seu máximo – seja carregando, escavando ou valetando. Como comparar com um equipamento que consome 19,5 l/h, mas produz mais de 480 m³ neste mesmo tempo?

“A medição correta é ser feita é a Produção pelo Consumo (M³/litro). Isso é o que chamamos de eficiência de consumo”, diz Borghi. “De nada adianta ter um consumo baixíssimo, se a produção for igualmente baixa. Isso significará mais tempo de trabalho para executar as mesmas tarefas que seriam feitas com máquinas de maior eficiência de produção”, complementa.

Pensando nisso, destaca o especialista, a Link-Belt desenvolveu equipamentos de forma inteligente, que se destacam pela alta produção com o mínimo consumo. “Isso se traduz em altíssima eficiência e ganhos reais em produtividade, velocidade de ciclos, durabilidade e menor tempo para execução de tarefas com custos em patamares muito baixos”, diz. Prova disso é a nova séria de escavadeiras X3E, que segue o padrão de economia de combustível característico da Link-Belt.

As novas escavadeiras podem chegar a ser até 10% mais econômica quando comparada ao mesmo modelo X2. Além disso, os equipamentos contam com o RemoteCARE®, um serviço de monitoramento exclusivo, que fornece dados como localização da máquina, análise diária da operação, códigos de erro ativos e consumo de combustível diário, ajudando, assim, na redução do tempo de manutenção das máquinas.

Sobre a LBX Company

A matriz da LBX está localizada em Lexington, no Estado do Kentucky (EUA) e suas origens datam de 1874. A marca é sinônimo de equipamentos inovadores para as indústrias florestal, reciclagem, demolição e de manuseio de materiais.

Atua nas Américas, de Norte a Sul, atendendo a uma base de clientes leais em parceria a uma forte rede de distribuidores. Por intermédio dos distribuidores, são fornecidos treinamentos, peças, serviços e suporte técnico para os proprietários de equipamentos Link-Belt.

Sobre a LBX do Brasil

As escavadeiras hidráulicas Link-Belt chegaram ao mercado brasileiro em 2012, por intermédio da LBX do Brasil, subsidiária da americana Link-Belt Excavator Company, empresa do grupo japonês SUMITOMO. Instalada em Sorocaba, interior de São Paulo, disponibiliza escavadeiras das séries “X2″, que reúnem os modelos com pesos operacionais de 12.900 kg a 47.600 kg, “Spin Ace®”, com equipamentos de 8.430 Kg e 13.500 Kg, e recentemente lançou o modelo 210X3E. A nova série X3E das escavadeiras traz recursos que proporcionam maior economia, controle, produção e segurança. A letra “E” foi incorporada como uma referência à “EVOLUÇÃO” e traz melhorias significativas quando comparada à já consagrada série X2.

Os equipamentos Link-Belt aliam a tradição da marca americana de quase 145 anos de mercado com a tecnologia e qualidade consagradas da indústria japonesa.

(Fonte: Assessoria de Imprensa)