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Máquinas da Case operam com força total em obras nas rodovias paulistas

Na chegada à Região Metropolitana de Campinas é possível observar vários modelos de máquinas da Case Construction Equipment em obras de importantes rodovias administradas pela concessionária Rota das Bandeiras (CRB). A frota pertence à BC2 Construtora, prestadora de serviço para concessionárias de rodovias pedagiadas.

No km 131 na D. Pedro I, a BC2 faz obras de terraplanagem, drenagem e pavimentação para implantação de uma marginal, com total de 94 mil m³ de terraplanagem, que ampliará a capacidade de tráfego na rodovia. No mesmo quilômetro, a empresa faz 40 mil m² de pavimentação asfáltica das alças do Trevo Galleria, que dá acesso ao Galleria Shopping e outros empreendimentos da região.

Já no km 156 da SP-332, o trabalho é de 28 mil m³ de terraplanagem, drenagem e pavimentação. E entre as duas rodovias, o serviço é de restauração do pavimento com execução de 1,8 milhão de m² de microrrevestimento asfáltico.

O diretor de engenharia Juvêncio Rezende diz que são 13 máquinas da Case “operando nessas obras com um bom desempenho e atendendo a todas as necessidades”. Duas pás carregadeiras 621D abastecem a usina de microrrevestimento. Quatro escavadeiras de 22 toneladas – CX220B e CX220C – carregam material, fazem drenagem profunda e, uma delas, equipada com rompedor, abre caixas de terraplanagem. No serviço de drenagem ainda são utilizadas duas retroescavadeiras 580N.

Também imprescindíveis em obras de abertura de estradas são as motoniveladoras e os tratores de esteiras. Dois modelos 865B têm feito o espalhamento de material para terraplanagem, enquanto o trator de esteiras 1150L faz escavação e espalhamento. Equipamentos de menor tamanho também trabalham em obras de grande porte. Duas minicaregadeiras SR175 equipadas com vassoura e fresa limpam, varrem e aparam a área.

A BC2 Construtora tem sede em Bauru (SP) e atuação em oito estados. O foco é a prestação de serviço para concessionárias de rodovias pedagiadas, que exigem alta eficiência e qualidade dos equipamentos de construção das empresas contratadas para a manutenção, explica Bruno Brito, que fundou a empresa há dez anos na Bahia e dois anos depois a trouxe para São Paulo.

“Diferentemente do governo, que contrata pelo melhor preço, as concessionárias procuram o melhor custo/benefício, com máquinas que possuam no máximo cinco anos de uso”, explica Brito.

(Texto: Assessoria de Imprensa)

 

 

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